O trabalho de jornalistas em arranjos econômicos independentes: uma interpretação a partir dos rastros digitais

Autores

  • Cláudia Nonato Universidade de São Paulo, SP
  • Fernando Felício Pachi Filho Faculdade Engenheiro Salvador Arena; Universidade de São Paulo, SP
  • Naiana Rodrigues da Silva Universidade Federal do Ceará, CE; Universidade de São Paulo, SP

Palavras-chave:

trabalho, arranjos econômicos independentes, jornalismo de plataforma, mídia digital, rastros digitais

Resumo

A compreensão do trabalho realizado por jornalistas em arranjos econômicos alternativos e/ou independentes às corporações de mídia passa necessariamente por um questionamento acerca dos conteúdos produzidos para a mídia digital. Neste artigo, a partir de um arquivo constituído por meio da extração de dados disponíveis nos perfis desses arranjos na plataforma Facebook, via Netlytic, procuramos interpretar os rastros digitais capturados e organizados pelo software que correspondem ao período eleitoral de 2018. A partir dos referenciais teóricos-metodológicos da análise de discurso materialista, buscamos compreender as condições de produção do discurso desses arranjos e o que nos é dado a ler pelas ferramentas tecnológicas.

Biografia do Autor

  • Cláudia Nonato, Universidade de São Paulo, SP

    Pós-doutoranda junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Vice coordenadora do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho (CPCT) e editora executiva da revista Comunicação & Educação, ambos baseados na ECA/USP.

  • Fernando Felício Pachi Filho, Faculdade Engenheiro Salvador Arena; Universidade de São Paulo, SP

    Realizou estágio de pós-doutorado junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Professor da Faculdade Engenheiro Salvador Arena (FESA). Doutor em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

  • Naiana Rodrigues da Silva, Universidade Federal do Ceará, CE; Universidade de São Paulo, SP
    Doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Pesquisadora do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho (CPCT), também da ECA-USP. Professora da Universidade Federal do Ceará (UFC).

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Publicado

2022-08-31

Edição

Seção

Artigos