Mascotes dos Jogos Olímpicos: de figuratividade passiva ao fetichismo visual, tecnológico e ambíguo da pós-modernidade

Autores

  • Helio Silva Mestrando em Ciências da Comunicação pela ECA-USP Pesquisador do GESC3 – Grupo de Estudos Semióticos em Comunicação, Cultura e Consumo
  • Clotilde Perez Livre-docente em Ciências da Comunicação pela ECA-USP Doutora e mestre pela PUC-SP e líder do GESC3 – Grupo de Estudos Semióticos em Comunicação, Cultura e Consumo.

Palavras-chave:

mascotes, Jogos Olímpicos, figuratividade, semiótica, revelador social

Resumo

Os Jogos Olímpicos mobilizam e envolvem milhões de pessoas em torno da busca pela superação e pela catarse coletiva estimulada pelas disputas e pela intensa midiatização. Nesse contexto, as mascotes catalisam não apenas o espírito olímpico, mas os valores sociais existentes na localidade sede. De explorações emocionais, com criações de baixa interação, as mascotes incorporaram fatos de vida, passaram ao coletivo e à exploração das identidades múltiplas e flutuantes da sociedade pós-moderna.

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Publicado

2016-06-23