Pai precisa ter pau? Os sentidos de masculinidades sobre Thammy Miranda postos em circulação no Twitter

Autores

  • Kalliandra Quevedo Conrad Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil
  • Valquíria Michela John Universidade Federal do Paraná, PR, Brasil
  • Regiane Ribeiro Universidade Federal do Paraná, PR, Brasil
  • Larissa Drabeski Universidade Federal do Paraná, PR, Brasil
  • Felipe da Costa Universidade Federal do Paraná, PR, Brasil

Palavras-chave:

comunicação, masculinidades, transgênero, Twitter, análise do discurso crítica

Resumo

O objetivo deste artigo é discutir as noções de masculinidades relacionadas à paternidade a partir da circulação de sentidos no Twitter sobre a participação de Thammy Miranda em ação digital da campanha de Dia dos Pais da Natura, em 2020. Para isso, foram coletados os posts do Twitter na semana que antecedeu a campanha e destacados os tweets com referências a masculinidades para análise, sob a perspectiva da análise do discurso crítica. Como subsídio, foram revisitados alguns conceitos de masculinidades e discutiu-se como a paternidade transgênero se insere nesse contexto. Como resultado, foi possível observar que, apesar de ter havido repercussão a partir da visibilidade do pai transgênero na campanha, não houve, no corpus observado, um debate aprofundado que buscasse contraponto à lógica binária de gênero.

Biografia do Autor

  • Kalliandra Quevedo Conrad, Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil

    Doutora e mestra em Comunicação pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Bacharela em Comunicação Social, habilitação em Relações Públicas, pela mesma instituição. Vice-líder do grupo de pesquisa Comunicação, Gênero e Desigualdades (UFSM) e pesquisadora do grupo Telas – Pesquisa Colaborativa, baseado na Universidade Federal do Pampa (Unipampa).

  • Valquíria Michela John, Universidade Federal do Paraná, PR, Brasil

    Doutora em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Docente permanente dos cursos de graduação do Departamento de Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Pesquisadora do Núcleo de Estudos em Ficção Seriada (NEFICS) e do grupo Comunicação para o Século XXI (COMXXI). Atua também na Agência Escola de Comunicação Pública e Divulgação Científica da UFPR. É integrante da Rede Obitel Brasil, ligada ao Observatório Ibero-Americano de Ficção Televisiva (Obitel). Pesquisadora PQ2 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  • Regiane Ribeiro, Universidade Federal do Paraná, PR, Brasil

    Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Docente permanente dos cursos de graduação do Departamento de Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Diretora do Setor de Artes, Comunicação e Design e coordenadora da Agência Escola de Comunicação Pública e Divulgação Científica da UFPR. Líder do Núcleo de Estudos em Ficção Seriada (NEFICS).

  • Larissa Drabeski, Universidade Federal do Paraná, PR, Brasil

    Doutoranda e mestra em Comunicação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Bacharela em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Tem MBA em Administração e Marketing pela Uninter. Pesquisadora do Núcleo de Estudos em Ficção Seriada (NEFICS).

  • Felipe da Costa, Universidade Federal do Paraná, PR, Brasil
    Doutorando em Comunicação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Bacharel em Jornalismo e em Relações Públicas. Pesquisador do Núcleo de Estudos em Ficção Seriada (NEFICS) e integrante da Rede Obitel Brasil.

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Publicado

2021-08-31

Edição

Seção

Dossiê “Gênero, mídia e política”