O artigo tem como objetivo estudar o “renascimento” do fotojornalismo por meio de agências fotográficas, tomando como estudo de caso a agência européia NOOR, com base em Amsterdã, Holanda, com fotógrafos espalhados pelo mundo. A ideia é reverter os clichês da morte do fotojornalismo e da crise da imagem e apresentar soluções quando alguns apocalípticos (parafraseando o semiólogo Umberto Eco) decretam o fim do gênero e partem para soluções que retiram o fundamental do fotojornalismo, que é ser informação e contar uma história.