Crise humanitária e os refugiados da guerra e do clima

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Resumo

A atual crise humanitária, a maior desde a Segunda Guerra Mundial, tem colocado em xeque os modelos de desenvolvimento e explicitado as fragilidades teóricas e práticas para o enfrentamento da crise. São mais de 65 milhões de refugiados de conflitos violentos e dos impactos das mudanças climáticas. Neste contexto, o presente artigo tem o propósito de discutir a contribuição das narrativas jornalísticas humanizadas para o entendimento da sociedade acerca da complexidade e da interdependência dos fatos relacionados à crise humanitária. Para alcançar o objetivo proposto, este artigo resgata a essência dos debates da primeira Cúpula Mundial Humanitária, analisa as narrativas dos protocolos internacionais sobre o tema e defende o uso do poder da imprensa nos moldes da chamada media intervention. São resgatados autores como Edgar Morin, Cremilda Medina, Roland Barthes, Jürgen Habermas, Kevin Howley e Tzvetan Todorov.  

 

Palavras-chave: Crise humanitária. Refugiados. Narrativas humanizadas. Jornalismo humanizado. Media Intervention. A compreensão como método.

Biografia do Autor

  • Cilene Victor da Silva, Faculdade Cásper Líbero
    Doutora em Saúde Pública, com tese na área de Comunicação de Riscos, Mestre em Comunicação Científica e Tecnológica, Especialista em Comunicação Aplicada à Saúde e graduada em Jornalismo. É professora da graduação e pós-graduação da Faculdade Cásper Líbero, onde coordena o Centro Interdisciplinar de Pesquisa (CIP). É pesquisadora do projeto “A compreensão como método”. Este artigo está inserido nos objetivos do projeto “A compreensão como método”, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade Cásper Líbero

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Publicado

2016-12-06