Semiótica peirceana e recepção: algumas bases conceituais e metodológicas a partir do conceito de experiência colateral
Autores
Marcelo Santos
Doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Docente do Programa de Pós-graduação em
Comunicação da Faculdade Cásper Líbero
Roberto Chiachiri
Doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Docente do Programa de Pós-graduação em
Comunicação da Faculdade Cásper Líbero
Simonetta Persichetti
Doutora em Psicologia pela Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo (PUC-SP)
Docente do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Faculdade Cásper Líbero
Palavras-chave:
Semiótica,
recepção,
experiência colateral
Resumo
Neste artigo, temos o objetivo de propor, para a semiótica peirceana, uma conexão com os estudos de recepção. Inicialmente, exploramos a noção de interpretação em Peirce, para depois evidenciar a importância da informação colateral em tal atividade. Assim, nós destacamos os limites do signo e a relevância da participação do receptor para a semiose. Ao final, trabalhamos a sugestão metodológica de se conectar, na última fase de uma análise semiótica, a exploração do potencial de comunicação do signo com pesquisas quantitativas ou qualitativas de recepção.