Mascotes dos Jogos Olímpicos: de figuratividade passiva ao fetichismo visual, tecnológico e ambíguo da pós-modernidade
Autores
Helio Silva
Mestrando em Ciências da Comunicação pela ECA-USP
Pesquisador do GESC3 – Grupo de Estudos Semióticos em Comunicação, Cultura e Consumo
Clotilde Perez
Livre-docente em Ciências da Comunicação pela ECA-USP
Doutora e mestre pela PUC-SP e líder do GESC3 – Grupo de Estudos Semióticos em Comunicação, Cultura e Consumo.
Palavras-chave:
mascotes,
Jogos Olímpicos,
figuratividade,
semiótica,
revelador social
Resumo
Os Jogos Olímpicos mobilizam e envolvem milhões de pessoas em torno da busca pela superação e pela catarse coletiva estimulada pelas disputas e pela intensa midiatização. Nesse contexto, as mascotes catalisam não apenas o espírito olímpico, mas os valores sociais existentes na localidade sede. De explorações emocionais, com criações de baixa interação, as mascotes incorporaram fatos de vida, passaram ao coletivo e à exploração das identidades múltiplas e flutuantes da sociedade pós-moderna.