A Guerra da Restauração através dos primeiros gêneros do jornalismo ibérico

Authors

Keywords:

história do jornalismo, Guerra da Restauração, imprensa ibérica, gêneros jornalísticos, comunicação

Abstract

Com um olhar retrospectivo, o artigo retorna ao século XVII para entender como o contexto da Guerra da Restauração foi propício para a proliferação dos primeiros gêneros do jornalismo da Península Ibérica. Desse modo, realizou-se uma contextualização dos formatos editoriais comuns na época, analisando materiais que efetivamente circularam em Portugal e na Espanha, através de aportes interpretativos e comparativos. Pode-se, enfim, imaginar como os habitantes dos reinos ibéricos se mantiveram informados durante os 28 anos de conflito, constituindo uma visão conjunta do cenário comunicacional nos dois países, uma perspectiva pouco abordada até agora.

Author Biographies

  • Eduardo Comerlato, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, RS

    Doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Possui graduação em Jornalismo pela PUCRS e mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Atualmente, participa do projeto de pesquisa “Possibilidades de uma História Conjunta do Jornalismo na América Latina”.

  • Antonio Hohlfeldt, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, RS

    Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Possui mestrado e doutorado em Linguística e Letras pela PUCRS. Em 2008, realizou estágio pós-doutoral na Universidade Fernando Pessoa (Portugal). É pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e coordena o projeto de pesquisa “Possibilidades de uma História Conjunta do Jornalismo na América Latina”.

Published

2022-12-31

Issue

Section

Dossiê “Comunicação em contextos de guerras, conflitos e crises”