A estética dos games ultrapassou o cenário do entretenimento e está sendo utilizada pelo novo ativismo, articulado no ciberespaço. O texto discute o potencial dos games como forma de protesto e de persuasão no cenário das redes digitais. Focaliza principalmente o game-ativismo desenvolvido pelo grupo italiano chamado La Molle industria. Também busca vincular os games à tradição do vídeo-ativismo e às práticas recombinantes, tais como os machinimas.